Triálogo.

A Internet tem sido um dos veículos de maior informação que se tem a mão, superando o radio, a TV, a imprensa escrita e não importa se as informações recebidas são falsas ou verdadeiras, pois o que é importante e a  INFORMAÇÃO em si e sabermos separar o joio do trigo, em outras palavras, ter a percepção e esperteza de diagnosticar a verdade e a mentira nos fatos. 
Um fotografo espanhol fotografou dezenas de casais do mesmo sexo se beijando em frente ao altar de algumas igrejas italianas causando aquele clima, possivelmente proposital de PROVOCAÇÃO.
Claro que a exposição de fotos chamada TRIÁLOGO, que significa conversa entre três pessoas, foi proibida com a alegação de ferir a liberdade religiosa e desrespeitar os locais de culto e que podem ser vistas neste site: AQUI.       

Calma aí.

Por indicação de um amigo, resolvi ouvir a trabalho de três novas cantoras que estão surgindo na mídia. Mas como não é possível contemplar atentamente todos os trabalhos de uma só vez, resolvi me fixar num e devo dizer que gostei bastante de Monique Kessous.
De voz afinada e cristalina Monique dá seu recado com muita competência o que lhe rendeu fazer parte da trilha sonora de duas novelas da Globo: (A faixa título em Ciranda de Pedra de 2000, de Alcides Nogueira; e a musica “Pitangueira” que se integrou na novela Paraíso no ano de 2009, de Benedito Ruy Barbosa).
A se ver pelas datas em que suas musicas participaram das novelas, percebe-se que o reconhecimento de sua competência como cantora e compositora não é tão novo assim. Uma de suas ultimas canções da moça chamada "Calma Aí", faz parte da novela Sangue Bom na TV Globo.

Pessoalmente, foi muito gostoso ouvi-la cantar musicas dos Beatles, do seu CD Liverpool /Bossa, como Hey Jude, A Hard Day's Night, If I Fell, Yesterday, She Loves You., provovando aquele gostinho doce de saudades na boca e nos olhos.

No espaço e no silencio.

Foi nesta semana que eu me dei conta dos meus limites, é, eu falo dos limites pessoais que cada um de nós temos para entender e compreender o como se processam fatos na nossa vida e de que forma o elaboramos. Elaborar neste caso, significa assimilar positivamente da melhor maneira possível estes fatos muitas vezes enosados.
Eu estava na Fundação Ibere Camargo, quando de repente percebi estar num grande espaço onde eu, euzinho, era apenas um ponto por ali, ora parado, ora caminhando, atento a tudo na minha volta. 
Além disto um grande silencio invadia o lugar, que parecia ainda mais extenso. Passei então a subir as rampas sinuosas e a perceber, o quanto este silencio tornava o ambiente maior e eu ainda mais reflexivo.
O silencio é transformador, renovador e concede revoluções internas e silenciosas, com o poder de modificar a nossa visão da vida, tão cheia de sonoridades dispersivas.
Percebi a eficácia deste silencio e sua capacidade de me fazer ver as coisas de outro modo, mesmo doendo a quem doer, mesmo me fazendo mais tristes, mas ainda mais pulsátil.

Chave perdida.

O que fazer com esses desencontros emocionais que acontecem na nossa vida e não estamos preparados? Que atitude tomar para que eles não incidam sobre nós, nos causando esta caustica sensação de abandono, de desnecessário, de desimportante? Eu não me sinto preparado para isto, embora tente algumas doses de paciência. Será que a paciência é a chave perdida? E esta angustia é vida ou sentimento inútil?
Decididamente eu pareço não pertencer a este mundo dos homens!

Porque tem de ser.

Escolhas são necessárias e nem sempre estamos preparados para toma-las seja por preguiça, insegurança, medo ou egoismo. Mesmo que não a tomemos, o mundo se encarregará disto sem se  importar se foi a melhor escolha, simplesmente acontece como um descarte natural de renovação.
Durante o dia vejo flores, flores graciosas suspensas nos galhos de Ipê e sei que num determinado momento elas cairão sobre o chão, murchas, esmagadas pelos transeuntes apressados que não tem como desviarem, serão esmagadas até desaparecerem. Cair do galho faz parte deste descarte natural, do ciclo de renovação necessária, até que se faça um um novo ciclo de vida.

Ganhei um livro.

Alguma situações me deixam feliz, outras nem tanto e eu sei que todo este turbilhão de sentimentos, fazem parte do bio ritmo emocional da vida, que somos acometidos e que às vezes nem concede tempo de nos recuperarmos, de estabelecermos novo ambiente que acomode essas inusitadas mudanças.
Ganhei um livro e livros são bem vindos, são como beijos delicados de quem presenteia, me provocam novas descobertas, novas chances de chacoalhar duvidas e aprofundar verdades. A o abri-lo, duas frases me chamaram a atenção, dando a sensação de magicamente me revelarem:
Primeira frase: Cultivar a intimidade e a proximidade dos outros coloca prontamente o espirito  à vontade. É a maior fonte de bem- aventurança na  vida.
Segunda frase: Eu tento tratar qualquer pessoa que conheço como um velho amigo. Isso me traz uma experiencia de genuína felicidade. É a pratica da compaixão.

A d ver sidades.

Primeiro: Foi um erro de comunicação.
Segundo: Um erro de interpretação.
Silencio... Silencio. Por que nada mais tenho a dizer apenas ficar em silencio.
Minha resposta: A continuação deste silencio.
O que me reserva a vida eu não sei, quero apenas vive-la com intensidade, me calando diante de algumas adversidades que são perda de tempo rebater.


Iniciativas e impulsividades.

Eu sou um cara de atitude, de tomar iniciativas que nem sempre são compreendidas pelas pessoas que me cercam e até eu mesmo já confundi esta característica pessoal com impulsividade, que me parece ser outra coisa bem diferente. A impulsividade é imprimida num sentimento por vezes conturbado e que surge de surpresa  adquirindo dimensões maiores que a própria razão e muitas vezes sem nenhuma sabedoria, as iniciativas não, elas são tomadas depois de algum grau de clareza de que é aquilo que se deseja. Fiquei feliz e tive uma percepção mais exata disto, quando na semana passada recebi um longo abraço acompanhado da seguinte frase: "Muito abrigado por teres tomado esta iniciativa, muito obrigado!"

AMAOR, SEJA COMO FOR.


Foi de grande surpresa, "positiva" pra mim, trafegar pelas ruas de Porto Alegre nesta semana e deparar-me com a campanha promovida pela Coordenadoria de Diversidade Sexual da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos. São Estampadas em busdoors ( no vidro traseiro dos ônibus) e em outdoors que retratam um casal gay, um casal de lésbicas e de uma travesti com seu companheiro. "A ideia é promover a diversidade, o respeito à liberdade das pessoas de se relacionarem com quem elas tiverem vontade.


O coordenador estadual de Diversidade Sexual acrescenta que essa é primeira etapa da campanha. Já para o próximo ano, ela deverá se estender para diferentes regiões do Estado. Por enquanto, o interior será alvo da divulgação com materiais impressos. Um deles é voltado às travestis e às transexuais e aborda a Carteira de Nome Social, instituída pelo Governo do Estado em maio de 2012. Já o outro aborda a violência contra as lésbicas e bissexuais. Os dois materiais também trazem números para denúncias sobre preconceito e discriminação. Isto é bem vindo!

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Quando as nossas emoções, alegrias e tristezas passam do tempo, nossos sentimentos humanos ficam acomodados numa cesta do tempo recebendo so...