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FELPUDA.

Ainda nesta vibe do Diz Croquettes, abri minha gaveta de memórias e de repente sem esforço, a o natural, deparei-me com uma lembrança de mais de 30 anos. Alguém se lembra, ou já ouviu falar de Luíza Felpuda? Não, eu acho que não!.. Nem eu lembro do seu rosto, mas sei de sua história!
Felpúda era um conhecido travesti de Porto Alegre e descendente de uma família ilustre do estado, que mantinha uma casa de encontros para homossexuais em pleno anos 60. Felpuda era respeitada, mas também evitada.
Foi morta por seu jovem amante com varias golpes de faca. Além da morte trágica, Luíza Felpuda foi fadada ao esquecimento pelo que foi e representava.

MORRO SÃO CAETANO EM PORTO ALEGRE.

Porto Alegre é cheia de morros a o seu redor, e a pergunta que eu me faço e acredito que outras pessoas também deva fazer è: Por que estes morros não são estruturados de modo a receber turistas e também beneficiar os próprios moradores da cidade com sua beleza?


Às vezes moramos numa cidade, num bairro e nem percebemos os atrativos que ele possui, por desconhecimento gerado por nossa falta de tempo, desinteresse ou falta de informação. 
No dia 12 de Outubro de 2013, isto já faz dois anos, subi com um amigo o Morro São Caetano localizado no bairro Teresópolis, aqui em porto Alegre, para ver a cidade lá de cima. A vista é belíssima, valendo até um post aqui no blog!




O morro também é chamado de A.PA.ME.COR, devido a Associação de Pais e Mestres do Colégio Rosário, que atualmente pertence a rede Marista; Essa Associação existe há 50 anos e é restrita somente para quem trabalha, estuda ou os pais de alunos da rede Marista, com área de lazer, estacionamento e pista de esporte no morro.
Pode-se perceber através de algumas fotos nesta postagem, o quanto é interessante e incrível a vista. O Pôr do Sol e a noite, devem ser ainda mais belos, mas alguns moradores orientam a não visita-lo sozinho e com equipamentos de valor a mostra, por causa da incidência de assaltos ocorridos.




COMO CHEGAR:
De carro: Rua Fernando Osório, Teresópolis, Porto Alegre.
De ônibus: Pegar a linha São Caetano, o ônibus deixa na frente do Hospital Espírita, depois uma caminhada a pé, de aproximadamente 4 km depois leva as imediações do morro. Por medida de segurança aconselha-se ir em grupo.

Até o próximo passeio!

O ANTIGO HOTEL 78, UM SOBREVIVENTE DAS DEMOLIÇÕES EM PORTO ALEGRE.


Hoje em mais uma incursão pelas ruas de Porto Alegre, me revelou este prédio na Rua Comendador Coruja n 71. Infelizmente nem todos naquela região, apresentam-se revitalizados como este, que parece funcionar como um hotel. A poucos metros de distancia deste, na frente, dos lado, outros igualmente antigos, despencam em pequenos pedaços a olhos vistos de quem passa atento a o lugar.
Toda este região da cidade, possui um acervo arquitetônico maravilhoso a céu aberto, que deveria ser tombado e revitalizado pelos órgãos públicos, para que a memoria cultural da cidade fosse preservada e permanecesse viva. Infelizmente, não é o que acontece, muito desses patrimônios continuam sendo demolidos, para darem lugar a outros novos, por conta das especulações imobiliárias e afins. Aqueles que não servem a esses interesses, acabam ruindo e enterrados a o esquecimento como outros que já foram.


CAVANHAS O BAN BAN BAN DA CIDADE


Ontem foi o aniversario de uma amiga, então fomos comemora-lo à noite no Cavanhas da Barão. Cheguei meio tarde (tipo 21 h 30 min. e o combinado era 20 h. 30 min.). 
Os outros convidados já haviam comido; Piza, hamburguês, que dizem ser a especialidade da casa, mas que pra mim passa.
Nunca fui um assíduo frequentador da casa, mas sei que é um Ban ban ban, um clássico da cidade, aberto desde 1986, com varias filiais espalhadas pela capital.
Achei o atendimento confuso, garçons desinteressados e pouco simpáticos. Para tirar a má impressão fomos até o Cavanhas da Lima e Silva para beber apenas cerveja. Bingo, o tratamento foi outro.


A ESCULTURA DO TAMBOR.


Fica na praça Brigadeiro Sampaio, no final da rua dos Andradas, no antigo Largo dos Enforcados, o primeiro marco escultural do Museu de Percurso do Negro em Porto Alegre. Trata-se de um tambor gigante, pintado em amarelo e com símbolos da cultura afrodescendente, resgatando a memória da etnia na cidade. A escultura foi executada por Gutê, artista plástico gaúcho.


O antigo Largo dos enforcados, para quem desconhece, foi o local onde foram executados os escravos da antiga província. Segundo historiadores, no terceiro dia do mês de novembro do ano de 1857, ocorreram as últimas execuções por enforcamento na cidade de Porto Alegre, a do pardo Florentino, que matou seu senhor Antônio Soares de Almeida Leães e outros dois escravos, sendo que um deles foi provado mais tarde sua inocência.
Dom Pedro II proibiu esse tipo de execução, após a morte de inocentes.

Recordações.


Esta imagem me trás recordações da infância... 
Não, eu não fui sacristão, eu simplesmente ouvia os sinos baterem e ficava atento ao que seria anunciado depois das badaladas, no Domingo pela manhã. Normalmente eram convites para novenas ou avisos fúnebres de alguns fieis.
Após 40 anos, ainda ouço da minha casa, o som destes sinos e fico esperando o que será anunciado nos alto- falantes.
Foi no patio desta igreja, que também assisti a minha primeira sessão de cinema, promovido pelo antigo SESI. O filme era qualquer coisa sobre a paixão de Cristo, passado num enorme telão de pano. Levávamos banquinhos de madeira para nos acomodarmos neste cinema improvisado e que divertia tantas pessoas nas noites de Domingo.

O silêncio das estrelas

Algumas histórias contadas, frases ditas, letras de canções, poemas, que leio ou ouço, batem dentro de mim e revelam-me sentimentos pessoais que de inicio não reconheço mas que de uma hora para outra se revelam através de sinais emocionais tão familiares, que cabem exatamente dentro de mim, como se fosse feito pra mim, escrito pra mim. Dia 03/09 quando assisti Leline no salão de atos da Ufrgs cantar "O silêncio das Estrelas", experimentei a sensação de que parte de mim estava sendo revelada publicamente naquela canção diante de toda a plateia atenta, que um sentimento meu fora violado através de uma bela canção e que com certeza não era só meu, mas também do proprio Leline que a compôs e muitas pessoas ali presentes, oque me deixou mais confortavel. Estavam todos expostos naquele momento, sem mais segredos!


Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal

E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?

Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais, de mais...
Afinal, como estrelas que brilham em paz, em paz...

Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal

Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais...

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Quando as nossas emoções, alegrias e tristezas passam do tempo, nossos sentimentos humanos ficam acomodados numa cesta do tempo recebendo so...