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QUILOMBO CAMPINHO DA INDEPENDÊNCIA EM PARATI

Localizada a 20 km de Paraty entre os povoados de Pedra Azul e Patrimônio, ao sul do Estado do Rio de Janeiro, está a Comunidade Quilombola Campinho da Independência e que visitei nesta semana, cujos os moradores são descendentes de três escravas: Antonica, Marcelina e Luiza, que segundo historias contadas pelos mais velhos, não eram escravas comuns, pois possuíam cultura, posses e habitavam a casa-grande, a Fazenda Independência. Após a abolição da escravatura, os fazendeiros abandonaram suas propriedades que foram depois divididas entre aqueles que ali trabalhavam.



Atualmente vivem no campinho 120 famílias que apostam no turismo comunitário e na produção de artesanato como alternativa de renda sustentável. Lá é possível conhecer a historia dos quilombolas, sua luta e resistência, participar de apresentações culturais, visitar a casa de farinha, a casa de artesanato, oficinas de cestaria, além de desfrutar da culinária tipica e das belezas naturais da propriedade que é banhada pelo Rio Carapitanga e exibe algumas cachoeiras em uma exuberante paisagem de Mata Atlântica. O Quilombo Campinho da Independência, fica no quilometro 589 da BR 101 entre Paraty e Trindade com boa sinalização para chegar e fazer uma visita. 


Saco do Mamanguá


Paraty Mirim é uma vila de pescadores a menos de 20 quilômetros de Paraty e é a porta de entrada do exuberante Saco do Mamanguá, que trata-se de um braço de mar que invade por 8 quilômetros a Mata Atlântica. Este é o único lugar do Brasil com formação similar à dos fiordes - depressões geológicas comuns nos países escandinavos, mesmo sem o branco de neve sobre as montanhas.
Durante o período colonial o povoado de Paraty Mirim tornou relevante porto de trafego de escravos por localizar-se num ponto estratégico e abrigado. Hoje restam apenas ruínas da sede da Fazenda Paraty-Mirim e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição datada de 1757, a mais antiga de Paraty e que segundo nativos ainda celebra missas.
A estrada de terra que leva a vila, atravessa uma reserva indígena e passa por algumas cachoeiras encrustadas na mata. A praia é cortada pelo Rio Paraty Mirim, que se alarga em um labirinto de mangue para encontrar o mar de águas calmas e cristalinas. Neste ponto de encontro do rio e o mar, forma-se um banco de areia submersa, onde é possível cruzar de um lado para o outro da praia com águas bem rasas.
As comunidades caiçaras que vivem neste paraíso natural contribuem com a preservação das paisagens, vivendo de forna simples e harmônica com a natureza onde barcos velozes são proibidos de trafegar. O Saco do Mananguá não possui energia elétrica, telefone ou estradas. Ao cair da noite, as velas e lampiões iluminam os jantares a beira-mar.
Como chegar:
para chegar ao Saco do Managuá é preciso contratar um barco em Paraty Mirim, que leva cerca de 45 minutos, até suas praias por preços entre R$ 50,00 à R$ 70,00 a hora navegada.
Uma magnifica vista do Saco do Mamanguá e parte da Ilha Grande, pode ser apreciada ao subir o Morro Pão de Açúcar com 400 metros de altitude através de uma trilha em meio a mata fechada em cerca de 1h 30min. de subida forte.

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