No capitulo da novela Amor a Vida desta quinta feira, foi uma verdadeira explosão nos conceitos da instituição familiar, quando Edith, (Barba Paz) revela a toda a família reunida na hora do jantar que seu marido Felix, (Mateus Solano) é gay e vive uma vida dupla. Mas o mais emocionante de tudo, não foi somente a revelação em si e as discussões explosivas entre o casal que se engalfinhavam feito bichos na presença de todos, mas a excelente interpretação de Mateus Solano, mostrando toda a complexidade e culpa de seu personagem diante de uma condição que a maioria dos gays sentem antes de se aceitarem e saírem do armário principalmente a o serem descobertos ou desmascarados como foi no caso do personagem. Aquele pedido de perdão a sua mãe por ser gay em função do medo de ser rejeitado, talvez tenha sido na cena de quinta-feira, um dos mais impactantes sentimentos que arrastam os homossexuais a manterem uma vida clandestina, infeliz e marginalizada em consequência da própria não aceitação de sua orientação sexual, do qual não foi sua escolha. Eu acredito que em alguns momentos foi até possível sentir muita pena do vilão. Graças a Deus que os tempos estão mudando para melhor.
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A forçada saída de Félix do armario.
No capitulo da novela Amor a Vida desta quinta feira, foi uma verdadeira explosão nos conceitos da instituição familiar, quando Edith, (Barba Paz) revela a toda a família reunida na hora do jantar que seu marido Felix, (Mateus Solano) é gay e vive uma vida dupla. Mas o mais emocionante de tudo, não foi somente a revelação em si e as discussões explosivas entre o casal que se engalfinhavam feito bichos na presença de todos, mas a excelente interpretação de Mateus Solano, mostrando toda a complexidade e culpa de seu personagem diante de uma condição que a maioria dos gays sentem antes de se aceitarem e saírem do armário principalmente a o serem descobertos ou desmascarados como foi no caso do personagem. Aquele pedido de perdão a sua mãe por ser gay em função do medo de ser rejeitado, talvez tenha sido na cena de quinta-feira, um dos mais impactantes sentimentos que arrastam os homossexuais a manterem uma vida clandestina, infeliz e marginalizada em consequência da própria não aceitação de sua orientação sexual, do qual não foi sua escolha. Eu acredito que em alguns momentos foi até possível sentir muita pena do vilão. Graças a Deus que os tempos estão mudando para melhor.
Caminho das Indias
Esses dias, com pouca opção do que fazer, resolvi ligar a TV, que esqueço as vezes que tenho, e assistir qualquer coisa que me chamasse a atenção e acreditem eu conseguí! Não sei se por coincidência, vício ou lavagem cerebral, caí na TV Globo mesmo tendo alguns canais fechados da Net. Estava passando aquela novela da Glória Peres, Caminho das Índias, uma cena onde uma família de indianos, que acredito ser o núcleo de atores centrais da trama, falavam abobrinhas e dançavam como bobocas no meio da sala. Foi tão engraçado ver aquela imagem, pois achei tudo tão bobo e sem sentido e artificial ... Depois surgiu uma história mas boba ainda em que uma das moças implorava para uma mulher mais idosa a responsabilidade de ficar tutelando uma chave da dispensa da casa que lhe era negado por alguma situação que desconheço, mas que achei ridículo, apelativo e sentimentalóide. Fiquei me perguntando se o povo indiano conhecido por uma cultura milenar e espiritualidade a toda a prova eram assim mesmos, capazes de atitudes tão infantis. Talvez eu até esteja comentando ignorantemente como um leigo que não pesquisou ou estudou os hábitos comuns do povo indiano, mas estas cenas....por favor, poderiam ser substituídas por outras mais aproveitáveis!
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