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SATÉLITE BAR RESTAURANTE E PIZARIA.

E já que estou falando de bares, restaurantes e afins, vou confessar uma coisa: O que eu gosto mesmo são de bares simples, com aquelas cadeiras de madeira escura, com atendimento fácil e sem frescuras. Destes que lembram botecos e que a maioria dos frequentadores, são os próprios moradores da cidade. Isto propicia a integridade e reconhecimento de hábitos da cultura local, com pouca intromissão dos costumes de quem vem de fora, importando novas atitudes. Se o garçom sentar a mesa para um dedo de prosa, melhor ainda!


O bar restaurante e Pizaria Satélite, localizado na Conde de Bobadela (Rua Direita) 57, Centro, é um desses. Funciona de Segunda a Segunda e é frequentado por jovens, estudantes locais e moradores que apreciam uma cachacinha mineira, como aperitivo de entrada, antes do prato principal ou da rodada de cerveja. A carta de consumo é simples com quitutes deliciosos e presos justos. Também aceita cartões de crédito Visa e Master Card.

FALANDO A MESMA LÍNGUA.

Existe uma dificuldade das pessoas entenderem que tu não queres um determinado produto por que ele é mais caro que os os outros, mas sim porque tu não aprecias ele para desembolsar tamanho valor. Claro que o valor em alguns casos tem sua importância na escolha, mas nem sempre é um determinante, quando se pode pagar a conta, sem sair completamente quebrado.


Eu estava num restaurante com um grupo de pessoas em Ouro Preto, para beber cerveja. Havíamos feito uma longa caminhada e naquele momento, já noite, cabia bebermos um cerveja para matarmos a cede. O garçom trouxe a carta de bebidas e mesmo com uma variada lista, só havia para o consumo, aquelas artesanais que eu não aprecio o sabor, por que são amargas demais e outras com aquele gosto, de que não convence a proposta... Alem do que, são salgadas demais para uma garrafinha que mal acaba com a cede e já tem que pedir outra. Mesmo assim, ele insistia em apresentar uma versão de uma tal cerveja, que tinha um leve toque de sabor banana. 
Eu ficava pensando, como um leve toque de banana, pode deixar uma cerveja leve e matar a cede, como as industrializadas que eu costumo beber.
-Bom, estamos falando em línguas diferentes! Eu disse pra ele quando me apresentou outra, salientando que o preço era mais baixo.
Eu não gosto de cervejas artesanais. Nenhuma que eu bebi ate agora, me convenceu do contrario. 
-Gosto de cerveja comum, aquela com gosto comum, para pessoas comuns, como eu, possivelmente tu, bebem, bem gelada no bar da esquina!.. Me entendes?
Parece que minha observação franca e sem rodeios, acendeu aquela luzinha de entendimento.
- Ah!.. Se os senhores descerem, no bar ao lado encontrarão e servem bem gelada!
-Isso! É o que precisamos. Respondi enquanto levantávamos da mesa, na direção certa.

CUBIERTO, É UMA TAXA INJUSTA? O QUE VOCÊ ACHA?

Se existe uma coisa que irrita profundamente os brasileiros desavisados, que visitam os bares e restaurantes da Argentina é o cubierto, uma taxa cobrada na maioria dos estabelecimentos, que gira em torno de 10 a 30 pesos por pessoa e que você tem que pagá-la! 


O cubierto que quer dizer talher em espanhol, é a cobrança de serviço de mesa. Ou seja, você paga para usar os talheres, pratos e copos, mesmo estando implícito a necessidade desses acessórios para poder levar os alimentos até a boca e comer de forma civilizada. É uma taxa usado para repor itens que se extraviam no estabelecimento como copos, taças, pratos, mesmo você não sendo responsável por qualquer extravio. Este custo excedente é você quem arca, sem choro e nem vela!
Semana passada uma amiga minha, conduziu um grupo de brasileiros para Buenos Aires e numa das noites em que resolveram sair para jantar numa pizzaria, tudo transcorreu bem até a hora de pagar a conta que havia subido 30 pesos acima, do que informava a lista de preços. 
Depois de toda celeuma criada entre os envolvidos, decidiram pagar a conta e ir embora. 
Os restaurantes em Buenos Aires na maioria das vezes são baratos, mas saiba que aquela placa anunciando promoções, pode ser um ledo engano e esconder a triste verdade, de que a conta ficará bem mais alta do que aquilo que estão anunciando, graças ao cubierto.
Segundo minha amiga, alguns restaurantes chegavam a cobrar de 120 a 140 pesos o cubierto, duas ou três vezes maior, que o valor descrito no cardápio.

UMA COISA NÃO TEM NADA HAVER COM A OUTRA:
Muita gente acredita que o cubierto é a cestinha de pães que chega antes do prato principal ou um drinque oferecido pela casa. Mas não é assim, até porque se você recusar a gentileza vai pagá-la igual. Aí você pensa que, pagando o cubierto, não precisará pagar o serviço do garçom, certo? Errado. Uma coisa não tem nada a ver com a outra e os garçons fazem questão de deixar isto claro. Sendo assim, ao sentar na maioria dos restaurantes da cidade, você já paga duas taxas: O cubierto e os 10% do serviço do garçom.Tem outro jeito?

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