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QUE ÁRVORE REPRESENTA A TUA ALMA?



As árvores no Outono mostram sua alma, porque ficam despidas ao perderem suas folhas. Mostram-se como realmente são, desprovidas de seus artifícios naturais. 
Talvez devêssemos, nos apresentarmos pra elas, perder nossas folhas e nos mostrarmos como realmente somos, sem artifícios e trassando algumas identificações através de diálogos silenciosos.


Alguém disse que cada pessoa tem sua arvore e que ela é a representação de nossa alma, que só é possível  identifica-la quando ela estiver despida, sem suas folhas.
Você já descobriu qual é a sua?
Todas se tornam pouco identificáveis, quando perdem suas folhas, mas outras características pouco notadas se salientam, fazendo-as se tornarem diferentes uma das outras e aos nossos olhos viciados em artifícios.



ESCULTURAS VIVAS.


Quem de nós já não passou diante de uma arvore ou o que restou dela, numa rua, num parque, num campo e se surpreendeu enxergando mais do que uma simples arvore, seja pelo desenho de seu tronco, de seus galhos, de suas raízes, ou de sua aparência em geral?


Algumas vão além das formas humanas ou bizarras, despertando em nós as mais variadas fantasias, outras chamam a atenção por sua beleza ou atipicidade de detalhes, ou ainda pela circunstancias que a cercam como o local onde nasceram, cresceram e se expandiram, situações que as tornam incomum  como o Banyan que se desenvolveu entre as rachaduras e o telhado do templo Ta Prohm - no Camboja. Aqui no Brasil, o maior cajueiro do mundo, no Rio Grande do Norte, cobre uma área de 750 m². e é uma das atrações turísticas locais, não e mesmo?


Elas estão por todos os lados, surpreendendo-nos com sua a presença. Lembro das manhãs em que me deslocava para o trabalho, de carro, e numa das calçadas havia o tronco de uma arvore morta, que lembrava a silhueta de uma mulher nua e de costas. Eu passava de carro e num determinado angulo e distancia, em que me encontrava, aquele tronco morto, pintado de cal, lembrava uma estatua grega, diante dos meus olhos.


As arvores, além da sua importância comprovada no ecossistema do planeta, são verdadeiras esculturas vivas, esculpidas pela natureza, dignas da nossa admiração, respeito e preservação da sua existência.

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