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BRASIL, LÍDER MUNDIAL EM AGRESSÃO A PROFESSORES.


O Brasil é líder mundial em agressão a professores, seja por alunos ou país que se sentem ameaçados ou desrespeitados pela autoridade do professor ou da instituição. A Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria de Educação do Estado, optam pela cautela no que diz respeito às medidas que um professor vítima de agressão deve tomar. 
A orientação dada aos docentes da rede municipal é de que toda situação de violência, seja entre estudantes ou envolvendo profissionais de ensino, deve ser resolvida dentro da própria escola, a partir do diálogo. No caso de ocorrer uma agressão mais grave, um boletim de ocorrência deve ser feito numa delegacia que conta com estabelecimento específico, o boletim deve ser feito na Delegacia do Adolescente. Por fim, o caso será encaminhado à Vara da Infância e Juventude ou ao Ministério Público da região, cuja a punição, em geral, são medidas sócio-educativas.
Agora me digam, o professor já vive numa sobre carga de trabalho redobrado, muitas vezes tendo de trabalhar em mais de uma escola por não receber um salario digno de sua formação e responsabilidade e ainda é desrespeitado, humilhado e agredido,  dentro do seu ambiente de trabalho por delinquentes protegidos por uma lei  cuja a punição é tão branda, que parece estimular ainda mais os agressores. Ser professor deixou de ser um sacerdócio, para dar lugar a uma complicada e espinhosa tarefa de sobrevivência entre lobos.

Tempo escolar

Ontem passei em frente da escola em que completei meu ensino fundamental, chamada de Grupo Escolar Jerônimo de Albuquerque, na rua Joares Távora, no Partenon. Evidentemente, tudo está diferente de quando eu estudava lá, o prédio agora de alvenaria, não é mais o mesmo com aquelas tabuinhas de madeira pintadas de verde como era no passado e até sua posição dentro do terreno, foi modificada. Um muro alto foi construído em substituição a famosa cerca de telinha, dificultando a minha visão para dentro do pátio que antes era de chão batido. 
Lembrei das badaladas fortes de um sino dourado que uma funcionaria batia avisando o inicio das aulas e que talves hoje ja tenha sido substituido por algum alarme eletrônico. Nos posicionávamos em fila para a chamada individual, antes da entrada para a sala de aula. Meninos de calça e gravata marinho sobre o avental branco, meninas de saia e tope marinho sobre a blusa branca e sapatos pretos e sem salto alto. Depois os sapatos foram sendo substituídos pelos tênis, as calças marinho pelo jeans desbotados, as pastas ou arquivos pelas mochilas coloridas e agora deve ter acessórios como celulares, mp3, mp4 e tudo que o modernismo traz consigo. É, tudo muda, que bom que tudo pode mudar sem restringir minhas saudades!

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