O REAL NÃO PARECE REAL
A MEMÓRIA DE FAMILIA
No aniversario da minha avó, toda a família subia, quase no topo da rua Liberdade, no Rio Branco, para confraternizar o seu aniversario com um grande almoço que reunia a família. Eram quase vinte pessoas que vinham de suas casas, apreciar as delicias que ela preparava uns dois dias antes, para que pudesse ficar tudo pronto, no dia.
Me lembro que o cardápio constava de macarrão feito em casa ou nhoque com frango frito em panela de ferro, molho vermelho e muito queijo ralado comprado no Mercado Publico e ralado na hora. Tatu recheado, ou carne de panela, Arroz branco, Feijão preto com todos os adereços, farofa, salada de batata com maionese caseira e depois vinha a seção de doces: como Ambrosia, Doce de Coco, de abobora e de Laranja em calda. A família se reunia em volta de uma grande mesa de madeira, dessas que não são mais fabricadas, e que meu avô mais tarde foi velado.
Mas esta postagem veio depois da conversa que tive com meu colega esta manhã, onde falávamos da importância de familiares estarem juntos e se integrarem com coisas em comum, em variados momentos da vida, pois a memória afetiva, e a grande formadora do caráter humano adquiridas por algumas vivencias como Aniversários, festa de Natal, Ano Novo, velórios, etc.. Algumas pessoas abrem mão de estarem ligadas a sua família e com isto não possuem pelo menos uma memoria afetiva pela falta de convivência.
TÔ TE OUVINDO
ECLIPSE LUNAR
AOS TRANCOS E BARRANCOS
A LIBERDADE DO CANTO
SANTA CHUVA!
A chuva de hoje começou a cair por aqui, exatamente às 12:43 quando retornei do almoço. As vidraças foram ficando embasadas e uma vontade louca de me deitar num sofá do lado da janela, tomou conta de mim. O mais gostoso foi ouvir o barulho dela nos telhados e o asfalto lá embaixo se transformando num grande espelho preto.
Ah, eu poderia ler um bom livro, ou tirar uma boa soneca de uma hora, tendo a sensação de que toda a cidade estaria engajada nesse mesmo desejo. A chuva é e sempre será uma graça divina.UM PULO SEM VOLTA
Na noite do ocorrido, chegou a ligar para uma colega de trabalho, que não lhe deu a merecida atenção. Na madrugada Diogo saiu de sua casa até a BR 116 subiu a passarela de pedestres e jogou-se na frente de um caminhão onde veio a falecer.
No outro dia, por aqui, os corredores se encheram de comentários, suposições e até piadas e o que chamamos de vida também seguiu rumo a virada de pagina e ao esquecimento.
FARAGLIONI DE CAPRI
A HISTÓRIA DE LILITH
ELES ESTÃO ENTRE NÓS
Postagem em destaque
Nestes dias de feriados prolongados, tenho ficado em casa, grudado na cama, como se meu corpo fizesse parte dela. Não conseguiria um lugar ...
-
Dia 06, pela manhã, parti de carro, para um paraíso composto de muita agua salgada e areia branca, numa vila pequena, cercada de muit...
-
esqueleto de uma embarcação em Mostardas O que achas de conhecer uma cidade pacata no interior do estado, com traços arquitetônicos açori...
-
Mato Fino foi um local de lazer, onde alguns amigos meus, curtiram tomar banho e acampar quando jovens e que por alguma razão eu nunca...












