Nestes dias de feriados prolongados, tenho ficado em casa, grudado na cama, como se meu corpo fizesse parte dela. Não tenho vontade de levantar-me. Penso que não conseguiria um lugar melhor para ficar, para pensar, para esquecer.
Minha casa é uma extensão da minha própria história. Uma mistura de muitas coisas que a mim pertencem. É repleto de objetos que lembram onde vivi e passei meus dias repletos de esperança. Tudo me remete a uma cena de vida, uma lembrança qualquer, um sonho do passado, uma significação inventada. Minha casa é encharcada de coisas com pouco ou sem nenhum valor, mas cheia de lembranças que não dá para apagar.

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