ESCULTURAS VIVAS.


Quem de nós já não passou diante de uma arvore ou o que restou dela, numa rua, num parque, num campo e se surpreendeu enxergando mais do que uma simples arvore, seja pelo desenho de seu tronco, de seus galhos, de suas raízes, ou de sua aparência em geral?


Algumas vão além das formas humanas ou bizarras, despertando em nós as mais variadas fantasias, outras chamam a atenção por sua beleza ou atipicidade de detalhes, ou ainda pela circunstancias que a cercam como o local onde nasceram, cresceram e se expandiram, situações que as tornam incomum  como o Banyan que se desenvolveu entre as rachaduras e o telhado do templo Ta Prohm - no Camboja. Aqui no Brasil, o maior cajueiro do mundo, no Rio Grande do Norte, cobre uma área de 750 m². e é uma das atrações turísticas locais, não e mesmo?


Elas estão por todos os lados, surpreendendo-nos com sua a presença. Lembro das manhãs em que me deslocava para o trabalho, de carro, e numa das calçadas havia o tronco de uma arvore morta, que lembrava a silhueta de uma mulher nua e de costas. Eu passava de carro e num determinado angulo e distancia, em que me encontrava, aquele tronco morto, pintado de cal, lembrava uma estatua grega, diante dos meus olhos.


As arvores, além da sua importância comprovada no ecossistema do planeta, são verdadeiras esculturas vivas, esculpidas pela natureza, dignas da nossa admiração, respeito e preservação da sua existência.

ENTRE O BELO E O BIZARRO.


Eu particularmente não gosto de aranhas e gostaria de saber quem gosta desse bicho sinistro de pernas peludas e oito olhos, além de algum aracnólogo CDF apaixonado por esta espécie.
Acontece que em 2010, no Paquistão, devido às enchentes que atingiram várias áreas do país, aranhas começaram a fazer suas teia em árvores, criando "gigantescos casulos". A alta das águas, que em alguns locais chegou a durar seis meses, obrigou os bichos a procurar lugares altos como abrigo. 


A população da província de Sindh afirmou que nunca havia registrado este estranho fenômeno. Os moradores também afirmaram que a incidência de mosquitos ficou menor do que a esperada, já que os  insetos ficavam presos nas teias, reduzindo o risco de malária.


Considerada a pior enchente já registrada no mundo e que afetou cerca de 20 milhões de pessoas, o Departamento para o Desenvolvimento Internacional do Reino Unido revelou as fotos junto com uma matéria sobre os seis meses de cheias no Paquistão. 
Pessoas como eu, que não tem simpatia por aranhas, devem no minimo ficar confuso em achar este fenômeno belo e ao mesmo tempo bizarro.

Postagem em destaque

TÔ PENSANDO QUE:

Quando as nossas emoções, alegrias e tristezas passam do tempo, nossos sentimentos humanos ficam acomodados numa cesta do tempo recebendo so...