A ILHA DE CAPRI.


Durante 10 anos, o imperador Tibério governou o Império Romano, isolado nesta região rochosa, após tomar-se de amores por sua inacessibilidade. Desde então, esta ilha na costa sudoeste da Itália, cativa todos que a visitam-na por sua beleza natural estupenda.


Dá pra imaginar um mar de cor azul turquesa profundo, tão profundo que parece ser algo inacreditável diante dos olhos?.. Pois assim são as águas do mar Tirreno, que banham a Ilha de Capri,  no golfo de Nápoles, na região da Campânia na Itália.
Mar desta cor, eu só vi no Caribe, porém de um tom azul mais suave mas igualmente lindo em suas particularidade, se me faço entender!..
A ilha de Capri é pequena e dividida em duas vilas: Capri e Anacapri e dois portos, Marina Piccola e Marina Grande de onde partem os barcos que circulam a ilha.
Capri foi descoberta pelos romanos em 29 a.c e foi residência de alguns imperadores como Tibério que lá construiu sua vila de descanso.


Também tem duas fábricas de perfumes cuja a essência, são retiradas de flores típicas, como o limão e a laranja. Uma dessas fábricas e a Carthusia, uma antiga casa, com produção de perfumes limitada, que faz o centro da vila ter um aroma de flores impregnado no ar.


Como Capri é uma ilha, a forma de se chegar até ela é de barco, à partir de Nápoles, terceira maior cidade italiana, que provocou mal impressão inicial no grupo. A cidade teve sérios problemas com criminalidade e depois com o lixo. Achamos meio caótica e desleixada, mas quando saímos em busca de atrativos, nos surpreendemos com que achamos. Por trás daquela aparência inicialmente negativa, encontra-se galerias, castelos, igrejas e praias de tirar o folego. Outras cidades que dão acesso é Sorrento, Positano e a ilha Ischia.


Em Nápoles existem 2 portos: Calata Porta di Massa com barcos lentos para Capri com duração de (1h 20m). Molo Beverello, com barcos rápidos para Capri, com duração de (50min.) A diferença está no preço, que quase dobra de valor e no tempo de viagem que é de 30 minutos mais rápido. Para sair de Capri, basta comprar o ticket na Marina Grande, no porto.



Os meios de transporte mais usados são três: ônibus, funicular (uma espécie de trenzinho que te leva diretamente até a Piazzetta), taxi  e... a pé! 
Se optar conhecer a ilha a pé, vá com um par de sapatos confortáveis e muito folego para enfrentar as ruas estreita e sinuosas. 


No centro de Capri é possível circular exclusivamente a pé e normalmente uma caminhada é o modo mais rápido para ir de um lugar para o outro, visitando lojas de artesanato, roupas e souvenires.
Se sua opção for por táxi, eles são estilosos (conversíveis) e com 7 lugares. Quem quer fazer um tour completo da ilha de Capri pode negociar os preços que variam de acordo com a estação do ano, a duração do passeio e o roteiro.


1-PASSEIO DE BARCO NA ILHA:

Existem 02 passeios de barco ao redor da Ilha de Capri: Com ou sem entrada na Gruta Azul. 
O primeiro dura aproximadamente duas horas e inclui uma visita a Gruta a bordo de um barquinho a remo. 
O segundo sem entrada na gruta, com duração de 1 hora, dá um giro completo em volta da ilha, enquanto um guia vai falando e mostrando alguns atrativos naturais.


2-OUTRAS ATRAÇÕES TURÍSTICAS:
O castelo Barbarossa em Monte Solaro, construído entre os séculos X e XII para proteger a ilha das incursões dos sarracenos;
A igreja barroca de San Michele Arcangelo(1698-1719) com o piso de azulejos que representa Adão e Eva no jardim do Éden.
Enfim, Capri e as cidades na estonteante Costa Amalfitana, são realmente de grande beleza, valendo pelo menos uma visita.


A COSTA AMALFITANA: Fica no Sul da Itália, na região da Campânia, entre Sorrento e Salerno. São 13 vilas num trecho de cerca de 50 quilômetros pelas encostas montanhosas do litoral. As cidades mais famosas da Costa Amalfitana são Positano, Praiano, Amalfi, Ravello, além claro da Ilha de Capri, que fica nessa mesma área.
Há 2 rotas para ir de Capri para Costa Amalfitana de barco ou táxi A forma mais barata de ir de Capri para Costa Amalfitana é de barco que custa R$ 85 - R$ 140 e dura 1h 35m.



Até o próximo destino!

ZÉ DO CAROÇO.

Zé do Caroço – José Mendes da Silva – veio da região Nordeste para o Rio de Janeiro, mais precisamente, para o bairro de Vila Isabel, especificamente no Morro do Pau da Bandeira, comunidade vizinha ao Morro dos Macacos depois de se aposentar da policia civil, devido a um problema de saúde que o conferia caroços em todas as juntas do corpo. Por causa do tal problema nas juntas – foi dono de um bar na comunidade, onde iniciou o tal do serviço de auto-falante, que seria uma espécie de precursor das atuais rádios-comunitárias.
O auto-falante na lage de sua casa, no morro, se tornou famoso por alguns fatores que faziam de Zé do Caroço um líder comunitário no melhor sentido da palavra. Em seu auto-falante, ele prestava todo tipo de noticia que pudesse ajudar a melhorar a vida na comunidade. Desde preços atrativos na feira, até serviços de ação comunitária.

E o mais interessante é que esse serviço podia vir a qualquer hora que Zé achasse importante repassar suas novidades ao morro, mas seu horário preferido era no horário da novela, horário que as famílias se reuniam diante da TV, momento em que a TV estava tentando iludir o cidadão com um mundo fictício que não condizia com as dificuldades da maioria do povo.
Nesse contexto, Zé se tornou um herói para o Pau da Bandeira, mas um incômodo para a esposa de um militar que, em plena ditadura, queixava que a voz do morro vizinho atrapalhava sua novela. Essa história chegou aos ouvidos de Leci Brandão que bolou a letra em cima de uma melodia que já se desenhava na sua ‘inspiração’. Em 1978 Leci Brandão tentou gravar, sendo censurada pela gravadora Polydor (Polygram/Philips. Rescindindo com a empresa, migrou para a Copacabana Records, onde só conseguiu gravar em 1985. 
Zé do Caroço faleceu no início da década de 2000, tendo tido a oportunidade de ver seu nome e sua luta eternizados num dos maiores sambas de todos.

O serviço de alto-falante do Pau da Bandeira funcionou de 1970 a 1980 e é hoje uma rádio comunitária, mas não foram encontrados maiores dados sobre a situação atual. Há um documentário intitulado “A Voz do Pau da Bandeira” , feito em iPhone, que entrevistou dois filhos de Zé do Caroço e conta um pouco dessa história:


DE POMBOS E DE GATOS...


Retomando o assunto sobre pombos, já postei em outra oportunidade que não gosto deles. Parecem-me sujos, insistentes, atrevidos e com aquele som que emitem parecendo mal agouro, olhinhos vermelhos e misteriosos... Por aqui onde eu moro, parece ter centenas deles, intermináveis colonias sobre os telhados branquicentos de seus cocôs ácidos. 
Desconfio que devem planejar alguma invasão contra nos seres humanos e que algum dia nos atacarão impiedosamente, na conquista de mais espaço para a sua prole! 
Que me perdoem os seus defensores, mas para que servem exatamente os pombos?
Agora uma deles me vigia do telhado da casa do vizinho!...Que paranoia minha!..

Deus sabe que, entre gatos e pombos, eu sou francamente pela primeira espécie. Acho os pombos um povo horrivelmente burguês, com o seu ar bem-disposto e contente da vida, sem falar na baixeza de certas características de sua condição, qual seja a de, eventualmente, se entredevorarem quando engaiolados.
Vinicius de Moraes

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