Eu queria cantar, mas não cantei, faltava-me voz, tom. Procurei rosas lilases, mas não encontrei, então presenteei-a com copos de leite da mesma cor, fabricados por japoneses. Enfim, cantei falho e de voz baixa, bebi, sorri, brinquei, mas eu preciso é do que está longe e então fico sorrindo, falando pelos cotovelos, cantando baixinho para que ninguém ouça os sub tons, para que ninguém descubra o que me falta. É isto, faço remendos nessas noites frias de inverno...
Urgências.
Ainda hoje eu estava conversando com uma amiga, que dividimos reciprocamente um passado longo de confidencias pessoais: Eu não gosto de fazer o mesmo trajeto simples nas minhas relações, de fazer sempre a mesma rota que arrisca transformar-se numa rotina sem volta. Eu preciso de mais profundidade, criatividade e entusiasmo, de menos distancia, caso contrario perco as forças e retorno para as distrações.
Joga Arroz!
Já está no ar a música dos Tribalistas: Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes para celebrar o casamento igualitário. A música é bem simplesinha, facil de gravar e perfeita para se cantar em passeatas.
O BEIJO QUE NÃO DEI
Falar contra preconceitos, não significa que não o tenhamos não é verdade, e é por isto que eu falo da necessidade de estarmos sempre atentos a nós mesmos, nos vigiando para não cometermos desatenções, grosserias, cagadas. Dia desses em um encontro marcado num lugar publico, eu cheguei como sempre faço e cumprimentei-o com um sorriso e um abraço discreto, já que estávamos na entrada de um shopping de grande movimentação aqui da cidade e saímos para pegar o carro estacionado do outra lado da rua, quando ele educadamente me disse: Quando quiseres me beijar fica a vontade, por mim não há problema. Caramba, que eu fiquei meio que gaguejando uma explicação esfarrapada que nem a mim me convenceu.
E então por coincidência, hoje, três dias depois, assisti este vídeo na Internet, que me chamou a atenção e me fez questionar sobre a minha conduta e daí retomar vários questionamentos à respeito. Eu estou sendo preconceituoso em não beija-lo em publico? sim, estou sendo. Eu fico temeroso de tomar esta atitude de beija-lo publicamente e então chamar a atenção das pessoas e assim causar alguma provocação, mesmo não sendo esta a intenção? Sim, eu tenho medo disto e de algumas reações de protesto das pessoas. Bom, eu decidi que preciso conversar mais a respeito disto. Inicialmente com ele.
Pro dia nascer feliz.
Sabe o que eu acho?.. Acho que este blog está cada vez mais gay, discutindo, questionando, falando, informando sobre um assunto que corre diariamente do nosso lado, na sociedade da qual fizemos parte e só agora tem sido discutido com seriedade, com coragem e a sensibilidade necessária a que merece. Este blog não está ficando mais gay a toa, pois a muito tempo que falar sobre este assunto deixou de ser uma frescura, mas uma discussão necessária com objetivo de educar, esclarecer, conscientizar, sensibilizar as pessoas de um modo geral, sobre um assunto que gerou tabu por muito tempo, classificando pessoas a viverem infelizes, no anonimato, na obscuridade, na marginalização, tirando-lhes o direito de serem quem são, excluindo-as de sua cidadania, seus direitos de liberdade. Falar sobre homossexualidade não é hoje apenas um bate papo da moda, mas uma pauta carente de discussões e que só agora tem recebido a devida atenção. Que se esgotem todas as questões a serem discutidas, para que os dias renasçam mais felizes.
Por quem os sinos dobram
O que vou escrever aqui, não é uma queixa, mas sim uma constatação sobre o que me parece ser uma atitude preconceituosa e "inconsciente". Sim elas existem e que precisamos também vê-la não como um bicho de sete cabeças, mas uma atitude natural do ser humano que tem passado por transformações sociais necessárias, um hábito, um vício, que passa tantas vezes desapercebida em suas, (nossas) atitudes e que todo mundo de uma forma mais acirrada ou amena possui independente de seu aporte cultural, pois esta diluída em nossas entranhas e quando percebemos, cuspimos pra fora sem nos darmos por conta... Eu mesmo já me vi em situações destas, (preconceituando) e tento me corrigir quando percebo e me vigiar para evitar estes constrangimentos pessoais.
Duas situações nesta semana me fizeram pensar: Quando encontrei uma conhecida, com o namorado no elevador e ela me cumprimentou toda cheia de alegria como sempre faz, porém chamando-me por um apelido que nunca tinha me tratado antes, "Margarida"... Ué, pensei com meus botões - será que o tratamento seria por ela estar do lado do namorado dito machão e assim tranquiliza-lo quanto a sua euforia diante da minha presença? Não sei, foi o que passou por sua cabeça.
A outra situação foi uma amiga sabendo que eu tive um encontro com o meu namorado em minha casa, fez um comentário sobre este encontro, utilizando a palavra "festinha". Fiquei meio ouriçado, pensando qual seria para ela o sentido ou significado de "festinha" neste contexto em que duas pessoas se encontram para namorar. Eu entendo que a sua intenção talvez não fosse a de desclassificar ou banalizar o meu encontro, mas fiquei inegavelmente caminhando sobre terreno espinhoso, buscando respostas para esta atitude. Quem sabe o meu próprio preconceito sobre tudo isto, não esteja falado mais alto, né mesmo?..Quem sabe "Margarida" e "festinha" foram palavras que pra mim pesaram de uma forma discriminatória, sem ter sido usado com este intuito.
Acabo de ouvir sinos dobrarem, daqui da minha janela. Serão os sinos da liberdade?... Estou ouvindo coisas? Não sei!.
Os desejos do vilão.
Conhecido pelo título de Mister Brasil e também pelos muitos ensaios como modelo para grifes internacionais, Lucas Malvacini fez sua estreia como ator na novela das nove “Amor à Vida”, nova trama da Rede Globo. Ele dá vida a um dos homens com que Félix, vilão interpretado por Mateus Solano, se relacionará. Apesar de casado com Edite (Bárbara Paz), o mau-caráter tem uma vida dupla e não assume sua homossexualidade. Eu até fiz uma piadinha no Facebook, se era possível a Bárbara Paz competir com o Lucas. O que vocês acham?..
De ingresso: Apenas um sorriso.
A casa de cultura Mario Quintana, que está numa reforma que parece eterna e todas vezes que passo na frente me lembra uma palafita. São numerosas madeiras atravessadas e andaimes de sustentação pelo corredor de acesso principal, mas que não deixou de acolher nesta Quinta feira (dia 23) à noite, o show espetacular de Jorge Mautner, que assisti por acaso dentro do projeto cultural no "Conexões Globais". Mautner é uma das figuras mais emblemáticas e criativas da nossa cultura musical e o ingresso era apenas um sorriso.
Louvre de Paris
Hoje podemos visitar qualquer museu do mundo, com apenas um clique no teclado do computador e realizar uma visita virtual, mas nada melhor do que estar lá, sentir de perto seu clima, sua alma. Assim foi com o MoMA de Nova Iorque e o Louvre de Paris. A arte nos aproxima dos horizontes da sensibilidade e da criatividade humana na sua grande diversidade estética de uma forma universal, divina.
Reliquias de viagem
Trouxe desta vez menos coisas para mim de Londres e de Paris, do que da ultima viagem que fiz para Nova Iorque e não é por menos, os preços em N. Iorque são muito mais compensadores e em conta para estrangeiros, já que estamos falando de dólares e não em euros ou libras. Mesmo assim abusei um pouco dos meus recursos, visto que tem coisas que fogem inexplicavelmente da nossa razão.
Eu precisava de uma maquina de fotografar, já que a de meu uso, estava dando os doces desde Nova Iorque, quando ela se recusava a ligar. Comprei uma Nikon D3100 18-55| 6G, por 316,00 libras e ainda tem o desconto tax free (reembolso pela isenção do Imposto sobre o valor acrescentado, no regime dos viajantes com residência fora da União Europeia.), algumas camisetas por preços imperdíveis na Primark, loja de Departamentos no centro de Londres que realiza grandes liquidações.
Mas a menina dos meus olhos, foi um sapa tênis que adquiri em Candental - Londres, feito de uma lona estampada e marca Vans, que quando coloquei meus olhos em cima, foi pura paixão. Agora minha briga vai ser com o meu filho que também vai gostar do calçado e reclamar de não trazido um para ele.
Conceito sobre franceses e ingleses a primeira vista.
Os franceses são sedutores e os britânicos também. Os primeiros fazem biquinhos ao falar, dando-lhes um charme todo especial e os outros.., bem os outros te olham frio e profundamente na tentativa educada de te desvendar. Têm um olhar manso, calado, civilizado, lavado, provocador. São bonitos, charmosos, elegantes, ostensivamente discretos. O que eu podia fazer, me jogar do metrô em alta velocidade, ou aguentar calado, já que alguns olhares os traiam?
Eu tenho sede, não é somente angustia.
O que faz de mim uma pessoa assim tão ansiosa, tão angustiada, tão agitada para dar seguimento ao que me parece novo, ao não rotineiro, que sempre está querendo ir, seguir, seguir andar por aqui e por ali, andando, verificando, procurando, buscando mais e mais, sempre mais com pouco cuidado...
Eu não tenho medo da transparência, somente das angustias, mesmo sem ter certeza de que todas essas minhas verdades não são paralelas com as do mundo. Eu tenho é muita sede de mar ou de amar...
PARIS NÃO ME FEZ BEM.
Paris não me fez bem!.. Esta foi a frase que me marcou durante a viagem que fiz a cidade, durante minha estadia de 13 dias pela Europa, tendo conhecido Amsterdã, Paris e Londres e percebido que a cidade francesa não é assim tão glamourosa como pensei que fosse e dai eleger, Amsterdã e Londres as melhores, dando de dez a zero na cidade francesa. Claro que Paris tem seus atrativos imperdíveis, mas "glamour", vai muito além de valores estéticos e históricos e contabiliza além de beleza, hospitalidade, simpatia, educação e segurança que estão longe de existirem na cidade Luz.
Paris nos pareceu suja, pouco receptiva aos turistas e insegura em se tratando de pequenos furtos ocorridos à olhos vistos, principalmente nos terminais e no interior dos metrôs. A maioria dos garçons são pouco atenciosos e não escondem a ansiedade de se livrarem dos clientes após consumirem o que foi pedido, são sem paciência e se recusam a entender em outro idioma, que não seja o francês. Alguns vendedores são impacientes, mercenários, principalmente os de estabelecimentos menores e as ruas no centro da cidade são sujas e é surpreendentemente possível encontrar-se até fezes humanas embaixo de viadutos e praças.
O que mais me deixou boquiaberto é que após o termino do expediente comercial, os vendedores de lojas, simplesmente quase expulsam os clientes sem qualquer timidez, não se importando se estes estão no meio de uma compra ou no meio da escolha de um produto, fazem isto sem qualquer rodeio, dando a impressão de que o interesses de fechar a loja no horário certo é maior que a dos clientes indecisos. Não existe delicadeza, bom trato ao cliente. Parecem absolutamente frios e desinteressados. Alguém me disse, que esta ansiedade de fecharem os estabelecimentos é para não pagarem multa. Entendi que o comercio recebe algum tipo de multa se ultrapassarem do horário de fechamento. (????)
Não dá para acreditar! A cordialidade parece ter sido esquecida na cidade francesa, com raras exceções. Que me perdoem os que sempre tem uma resposta ou explicação na ponta da língua, para justificar tais atitudes como multas, jeito europeu para manter a identidade cultural e etc., mas para mim educação e gentileza, são fundamentais em qualquer lugar do mundo.
Paris nos pareceu suja, pouco receptiva aos turistas e insegura em se tratando de pequenos furtos ocorridos à olhos vistos, principalmente nos terminais e no interior dos metrôs. A maioria dos garçons são pouco atenciosos e não escondem a ansiedade de se livrarem dos clientes após consumirem o que foi pedido, são sem paciência e se recusam a entender em outro idioma, que não seja o francês. Alguns vendedores são impacientes, mercenários, principalmente os de estabelecimentos menores e as ruas no centro da cidade são sujas e é surpreendentemente possível encontrar-se até fezes humanas embaixo de viadutos e praças.
O que mais me deixou boquiaberto é que após o termino do expediente comercial, os vendedores de lojas, simplesmente quase expulsam os clientes sem qualquer timidez, não se importando se estes estão no meio de uma compra ou no meio da escolha de um produto, fazem isto sem qualquer rodeio, dando a impressão de que o interesses de fechar a loja no horário certo é maior que a dos clientes indecisos. Não existe delicadeza, bom trato ao cliente. Parecem absolutamente frios e desinteressados. Alguém me disse, que esta ansiedade de fecharem os estabelecimentos é para não pagarem multa. Entendi que o comercio recebe algum tipo de multa se ultrapassarem do horário de fechamento. (????)
Não dá para acreditar! A cordialidade parece ter sido esquecida na cidade francesa, com raras exceções. Que me perdoem os que sempre tem uma resposta ou explicação na ponta da língua, para justificar tais atitudes como multas, jeito europeu para manter a identidade cultural e etc., mas para mim educação e gentileza, são fundamentais em qualquer lugar do mundo.
DISTRITO DA LUZ VERMELHA - AMSTERDÃ.
Este é o lugar que todo o turista estrangeiro que vai para Amsterdã, tem muita curiosidade de conhecer. Parece que a prostituição e coisas do gênero, tem um poder de mexer com os mecanismos morais das pessoas em geral, deixando-as um tanto excitadas, envergonhadas e principalmente curiosas com o que envolve este tema.
Eu particularmente acredito que não somente Amsterdã, mas tambem outros destinos que visitei no mundo, me ajudaram a me transformar numa outra pessoa e perceber que tudo pode ser absolutamente simples e sem os moralismos que estamos acostumados a viver, quando tiramos as vendas do preconceito e lançamos um diferente olhar sobre tudo a nossa volta.
Em Amsterdã, a maior parte das prostitutas estão centralizadas no Red Ligth District (distrito Vermelho), que tem este nome por que as luzes que iluminam as casa e ruas, são vermelhas.
Desde Outubro de 2000, as prostitutas das famosas vitrines, foram legalizadas a exercer sua profissão, tornando-se também uma atração turística dos visitantes.
Apesar das ruelas apertadas, por onde desfilam homens e mulheres, mulheres e mulheres, homens e homens de mãos dadas ou abraçados, causando aquela sensação de desconforto em algumas pessoas desacostumadas, que circulam pelo lugar, o Distrito da Luz Vermelha é atualmente uma das áreas mais seguras de Amsterdã, devido aos vários policiais que patrulham a área e seguranças privados contratados pelas próprias prostitutas.
Devo dizer que tem prostitutas para todos os gostos, magras, gordas, bonitas, feias, brancas, negras, favorecendo a imaginação e a tesão de todos os tipos de interesses sexuais.
É terminantemente proibido fotografa-las, então como eu não quis correr riscos, coloquei uma fotografia da que tirei da Internet, aqui no blog.
Eu particularmente acredito que não somente Amsterdã, mas tambem outros destinos que visitei no mundo, me ajudaram a me transformar numa outra pessoa e perceber que tudo pode ser absolutamente simples e sem os moralismos que estamos acostumados a viver, quando tiramos as vendas do preconceito e lançamos um diferente olhar sobre tudo a nossa volta.
Em Amsterdã, a maior parte das prostitutas estão centralizadas no Red Ligth District (distrito Vermelho), que tem este nome por que as luzes que iluminam as casa e ruas, são vermelhas.
Desde Outubro de 2000, as prostitutas das famosas vitrines, foram legalizadas a exercer sua profissão, tornando-se também uma atração turística dos visitantes.
Devo dizer que tem prostitutas para todos os gostos, magras, gordas, bonitas, feias, brancas, negras, favorecendo a imaginação e a tesão de todos os tipos de interesses sexuais.
É terminantemente proibido fotografa-las, então como eu não quis correr riscos, coloquei uma fotografia da que tirei da Internet, aqui no blog.
CASAMENTO NOS CANAIS DE AMSTERDÃ
Caminhar pelas ruas estreitas de Amsterdã, seguindo o fluxo dos canais, onde barcos trafegam, te enche os olhos de belezas e ainda te faz participar de momentos culturais únicos, em que, com raríssimas exceções não serão vista em outros lugares do mundo.
Estávamos ainda no nosso segundo dia de visita pela cidade, quando percebi pela movimentação das pessoas, que acontecia uma cerimonia do outro lado do canal.
Era inacreditável ter aquela privilégio todo: Assistir um casamento gay animadíssimo do outro lado do canal, surgiu pra mim, como a cereja que faltava no Martíni. Uma atividade que pra eles possivelmente é considerado normal, mas que pra mim, vindo de um país cheio de preconceitos, era a glória.
Tanto os noivos, quando seus possíveis padrinhos e convidados, estavam alinhadíssimos e muito felizes. Eu parei para assistir e me senti um privilegiado de fazer parte daquela festa, mesmo estando no anonimato e tirando fotografias a uma certa distancia.
Depois os noivos correram de mãos dadas na direção de uma ruela, enquanto os convidados jogavam-lhes pétalas de tulipas brancas e amarelas.
É o que eu sempre digo, viajar te faz crescer e adquirir experiencias reais e inusitadas, que revistas e televisão não podem te dar.
Até a próxima!!
OS COFFES SHOPS DE AMSTERDÃ.
Como se estivéssemos quebrando as regras de algo proibitivo, sem ter que depois, pagar por isto.
Estando em Amsterdã, algo interessante de se fazer, é visitar os Coffee shops espalhados pelos cantos da cidade, aprimorando assim, uma experiência única no currículo do viajante que está disposto a conhecer o que eu chamaria de inusitado, por ser algo completamente diferente do que se está acostumado a ver e se fazer em outros lugares do mundo. A sensação que tive e acho que a maioria das pessoas também sentem é: Como se estivéssemos quebrando as regras de algo proibitivo, sem ter que depois, pagar por isto.
COFFE SHOPS:
Um coffee shop é, nos Países Baixos, o nome que se dá ao estabelecimento onde a venda de maconha, que eles chamam de “cool” e do haxixe para o consumo pessoal é tolerada pelas autoridades locais.
COFFE SHOPS:
Um coffee shop é, nos Países Baixos, o nome que se dá ao estabelecimento onde a venda de maconha, que eles chamam de “cool” e do haxixe para o consumo pessoal é tolerada pelas autoridades locais.
A canábis é comercializada em recipientes que se parecem com pequenos tubos de ensaio, de acrílico. Ainda se pode escolher entre a canábis fraca, a media e a forte.
O AMBIENTE:
A venda e o consumo de produtos feitos com Cannabis e substâncias similares são tolerados e permitidos somente dentro dos coffee shops, devidamente licenciados, assim como aparelhos destinados ao consumo da droga, como cachimbos, bongs e papéis para confeccionar cigarros. Além da venda destes produtos, a maioria dos coffee shops, também vendem comidas como (bolos, tortas doces e salgadas) e bebidas (chás e sucos) tudo a base de Cannabis, para os que possuem intolerância a fumaça.
O ambiente é tranquilo, com mesas que lembram um café comum e acomodam de quatro e seis pessoas que sentam para conversar e também viajarem na maionese. Para os que não querem fumar uma, nem precisa se dar ao trabalho, pois a quantidade de fumaça que espalha-se pelo ambiente, faz qualquer simples e inocente acompanhante voar numa boa.
A venda e o consumo de produtos feitos com Cannabis e substâncias similares são tolerados e permitidos somente dentro dos coffee shops, devidamente licenciados, assim como aparelhos destinados ao consumo da droga, como cachimbos, bongs e papéis para confeccionar cigarros. Além da venda destes produtos, a maioria dos coffee shops, também vendem comidas como (bolos, tortas doces e salgadas) e bebidas (chás e sucos) tudo a base de Cannabis, para os que possuem intolerância a fumaça.
O ambiente é tranquilo, com mesas que lembram um café comum e acomodam de quatro e seis pessoas que sentam para conversar e também viajarem na maionese. Para os que não querem fumar uma, nem precisa se dar ao trabalho, pois a quantidade de fumaça que espalha-se pelo ambiente, faz qualquer simples e inocente acompanhante voar numa boa.
REGRAS:
É importante salientar, que o consumo de maconha em Amsterdã não é legal, é apenas tolerado sem punição, seguindo algumas regras específicas muito bem fiscalizadas. Por isso, o único lugar onde é possível comprar é dentro de um coffe shop. E o estabelecimento não pode vender mais de 5 gramas da droga para um cliente, por dia.
Somente maiores de 18 anos podem entrar no local e comprar os produtos oferecidos. Nenhuma droga pesada (tipo cocaína, extasy, LSD, etc) pode ser vendida lá, assim como qualquer tipo de bebida alcoólica. Esses estabelecimentos também não podem fazer qualquer tipo de publicidade para atrair consumidores.
O governo permite que você fume maconha em espaços públicos, desde que não compre na rua e não porte mais do que a quantidade permitida por lei.
Existem cerca de 200 estabelecimentos na cidade, para entrar num, é importante levar consigo o passaporte que pode ser pedido na entrada, para evitar visitas indesejadas de menores de idade. Pra nós evidentemente não exigiram.
AMSTERDÃ
Esta postagem foi feita durante a noite do primeiro dia em Amsterdã, onde tudo me parecia ainda meio obscuro e nebuloso, dando a impressão de que meu GPS mental ainda não havia se organizado. mas a cidade era muito iluminada, uma das mais iluminadas que conheci na Europa; como se estivesse todas as noites em festa.
Amanhã será o meu segundo dia na cidade, um passeio que planejei por alguns meses e que agora deliciosamente acabei realizando.
Estou aqui? Tô!..Tô inseguro? Tô!.. Tô meio perdido? Tô!..
Amsterdam e bucólica, de arquitetura antiga, em contra partida a o seu povo que é moderno, amável, bonito e surpreendentemente simples. De noite, tudo se transforma, a cidade fica movimentada com todos os estabelecimentos, bares, pubs abertos. Muita gente nas praças, bebendo.
É, eu acho simples as pessoas que tem os hábitos simples de viver e de pensar. Por exemplo, de se locomoverem de bicicleta para o trabalho e não são apenas as pessoas jovens, ou as menos favorecidos economicamente, São também empresários e executivos, usando terno e gravata. A bicicleta é um produto caro em Amsterdã e de extrema necessidade para a mobilidade urbana. Simples assim!
É praticamente toda a população num vai e vem de duas rodas: Idosos, jovens, donas de casa, crianças...
Ah, outra coisa, aqui no supermercado, você faz suas compras e eles não embrulham a mercadoria, a menos que você pague pela sacola, à venda no próprio estabelecimento.
A noite é magnifica, os Pubs, os Cafés, tudo iluminado por luzes que parecem de lampião. Nos Coffee Shops, pode-se experimentar uma cannabis perfeitamente enrolada e dentro de um tubo de ensaio, Tem também as opções de Chás e também fatias de torta de canábis.
A noite é magnifica, os Pubs, os Cafés, tudo iluminado por luzes que parecem de lampião. Nos Coffee Shops, pode-se experimentar uma cannabis perfeitamente enrolada e dentro de um tubo de ensaio, Tem também as opções de Chás e também fatias de torta de canábis.
Até o próximo passeio!
O SANDUÍCHE DE PEIXE CRU EM AMSTERDÃ. SEGUNDO DIA.
Nosso segundo dia em Amsterdã, eu, Sill, Roseli que eu prefiro chamar de Cossete, por que acho mas charmoso, Mauricio. Rose Milene e o Tom, saímos numa incursão pelas ruas estreitas de Amsterdã a procura de experiencias gastronômicas. Quando percebemos já passava do horário de almoço e então decidimos experimentar um sanduíche feito de pão francês, recheado de peixe cru, com variados temperos a base de cebola, tomates e picles. Durante a tarde resolvi sozinho provar as famosas panquecas gigantes de Amsterdã no "The Pancake Bakery", localizado ao lado do Museu da Anne Frank, e a noite a conhecida e barata opção: Costeletas de porco no Satélite Sports Café, um dos lugares mais acessíveis em termos de preços para se fartar.
Você come uma porção de costeletas de porco com batatas fritas ou assadas, 2 tipos de molho (vermelho e branco) e salada verde tomate em rodelas, que dá para duas pessoas e se limpar o prato tem direito a outra porção.
Mas voltando ao peixe cru!... Os apetrechos que são montados na hora, em banquinhas na rua, com os diversos peixes e uma variedade de temperos, molhos à escolher, são realmente uma experiencia gastronômica diferente e saborosa. Se você gosta de peixe e sabores marcantes, não deixe de experimentar o arenque cru (Haring), disponível nessas barraquinhas espalhadas em alguns pontos centrais da cidade. A iguaria é bastante apreciada pelos holandeses e com uma variedade de temperos à escolher. Quando você experimenta, não parece que o peixe é cru. Ele fica envolvida numa salmoura com outros condimentos que lembra, meio que distante, o gosto de atum enlatado. Em junho é a melhor época do ano para experimentá-los, por ser o início da temporada do peixe.
O Tom e o Mauricio, preferiram nem experimentar a iguaria, mas eu afirmo categoricamente: É diferente, é exótico, nutritivo, saboroso. É muito bom!
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