domingo, 26 de outubro de 2014

OS REMENDOS EM ROUPAS USADAS SE FAZ DEPOIS.


A solidão continua fazendo vitimas.., vitimas das suas próprias incertezas e preconceitos, das verdades que nem elas mesmas acreditam, já que na pratica, o 6 pode ser 9 ou o inverso, dependendo da necessidade vigente....
Tem gente que apanha e cala, que se afasta mais não descola, que gosta mas tem vergonha e é sem duvidas sem vergonha e por isto tem verdadeiramente o que a vida lhe concede, já que nada vem por acaso. Subjugam os outros e se colocam num patamar superior inventado.
É difícil não ter solidão, quando as necessidades básicas, são sufocadas por regras, hábitos, conceitos, etiquetas... Ora vão ser felizes com o que a vida tem pra dar, os remendos em roupas usadas se faz depois!..

sábado, 25 de outubro de 2014

O QUE FUI FAZER EM AMSTERDÃ.


Ontem durante o plantão, quando encontrei um colega de trabalho e ele me perguntou o que eu fui fazer em Amsterdã, eu respondi sem pensar muito: Fui fumar um banzeado!.. Ele riu e eu também, já que a resposta pareceu tão despretensiosa, depois continuamos a conversar sobre viagens e eu fiquei pensando se minha resposta não tinha sido também meio acida. Mas também não foi a minha intenção ser grosso, simplesmente a resposta saiu de forma tão espontânea e leve, que se tornou engraçada. 


É como dizer que fui a Cuba para dançar salsa, sem a intenção de conhecer o regime daquele país e toda a grandeza daquele povo, que me deixou encantado. Quando estamos num lugar que não é a nossa casa, as coisas vão se afinando a nossa percepção, a gente vai avaliando e aceitando as diferenças que nos distancia e as semelhanças que nos aproxima, tornado-nos seres tão iguais a o resto do mundo.

PENSAMENTOS SOLTOS.

Não, eu não quero entrar nessa, mas as coisas que me dizes, se parecem com aquelas mentiras necessárias, que se quer ouvir em silencio e sem revidar. Coisas que eu necessito escutar sem ruídos de fora que arriscam tirar a minha atenção.
Brota às vezes a desconfiança de que pode ser uma pura verdade.
Coisas que eu precisava ouvir em tempos distantes, mas que parece não caber mais neste meu presente, vestido de barba branca e dores nas costas.

FOTOGRAFIA.

Tinha consigo uma dor que não acabava e reacendia-se em momentos inesperados, retorcendo suas entranhas, fazendo-o ver a vida, num preto e branco fotográfico, com detalhes cheios de contrastes luminosos, que surpreendia, que fascinava.
A vida com alegria, sabia ser solar, colorida, mas sob o efeito da paixão, tornava-se embriagada, cinza chuvosa, acolhedora, melancólica, um preto e branco com granulações que arranhavam, ardiam e ate fazia iluminar sua alma. Sabia que com a paixão, viria dor, esta dor que vem com a entrega, mesmo em preto e branco como numa fotografia.

TRINCHEIRAS.

Depois de muitas mensagens e ligações clandestinas no telefone celular, ele pensou se queria ou não arriscar-se naquela aventura-trincheira, que lhe parecia mais perigosa do que estar entre fogos cruzados. Era sempre assim, pensou consigo. Gostava dessas aventuras desconhecidas, que lhe arrepiavam os pelos dos braços e avolumava-lhe a calça.
O outro chegou com os olhos vermelhos e enfiou dentro dele, o que pensava ter de melhor, mas o que realmente o agradava, era aquele cheiro atraente de graxa e poeira de pneus.
Algo nele se descontrolava e então perdia o juízo, como um adolescente que solta pipa entre os fios de alta tensão ou que arrisca mutilar-se, para calcular a intensidade da dor. Esta foi a unica vez que se deram.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

PRAIA DO CAMACHO - JAGUARUNA SC


Foi nesta quarta feira 08/10/2014 que eu fui conhecer com uma amiga de longas viagem, Rose Milene, um dos destinos preferidos de turistas que visitam Jaguaruna, chamado balneário Camacho, o mais famosos daquela região, que costuma lotar sua praia  na alta temporada de verão.
Com uma espaçosa faixa de areia clara e fina, ondas agitadas que  permitem a pratica de esporte náuticos, a praia encanta também com sua beleza e tranquilidade.



Seus atrativos naturais fazem dessa praia, um belo lugar para relaxar, tomar um refrescante banho de mar e se distanciar da rotina agitada das cidades grandes. Com natureza preservada, diversos pinheiros marcam presença no lugar, assim como altas montanhas de areia.



Se o seu objetivo não for somente banho de mar, o balneário oferece lugares históricos como:
O SAMBAQUI GAROPABA DO SUL: Considerado o maior do mundo em extensão - (101 mil metros quadrados, o equivalente a 10 hectares), onde encontrei alguns pesquisadores paulistas, visitando e colhendo amostras e fotografando, o JABUTICABEIRA II, a CASA DA NAÇÃO e outros recantos paradisíacos como a bela Lagoa de Jaguaruna, o Farol de Sta Marta e suas praias, há 19 quilômetros de estrada agora quase toda asfaltada.



terça-feira, 21 de outubro de 2014

PONTO DE RECLAMAÇÃO.

Depois de um plantão eletrizante, corrido, de tentar ligar varias vezes para o mecânico afim de descobrir se meu carro já estava pronto e não conseguir, chegar em minha casa e perceber que está acontecendo uma festa no vizinho do lado, cheio de crianças histéricas correndo de um lado pro outro, é tudo que eu não merecia ouvir.
Este blog não é apenas um ponto de exclamação, de recuperação é também de reclamação!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

CÓDIGO DE ACESSO.

Ando entusiasmado com o hobby de fotografar, buscando através da lente, imagens que de alguma forma me sensibilizam. Algumas fotografias são de viagens que realizei por aí, no mundo, outras nem sei onde.
Tenho algumas preferencias como por faxadas de casas antigas, portas, janelas, maçanetas, telhados, mausoléus, objetos que a própria natureza descarta, mas que estão por aí, para serem capturados e trazidos à vida.
(Clique nas fotos para amplia-las.)





Todas significam pra mim uma releitura que a vida disponibiliza através de seus códigos de acesso, muitas vezes incompreensivos, mas que podemos tentar decifra-los em seus infinitos detalhes através dos olhos e dos sentimentos.
A fotografia é mágica, pois mesmo contendo uma historia, cada um que a vê, recria uma nova história à partir da sua ótica de criatividade e emoção.




A vida é uma espécie de mosaico complexo, que tentamos montar, mas que nem sempre cabe em nosso entendimento, desta forma a emoção subjuga a razão pelo olhar que concedemos a ela.







EXISTE BELEZA SIM, NO QUE É VELHO.


Venho andando por esta vida,
 observando  velhos objetos,
que foram condenados pela imposição do tempo.

Alguns resistiram bravamente e por isto,
 tem a sua própria historia para contar
no silencio de suas linhas desbotadas, 
amarrotadas,
descascadas, 
que ninguém mais crê,
ninguém mais percebe,
ninguém mais dá valor.


Há no homem um desapego, 
que o impede de ir em busca de sua história,
que não preserva suas raízes.

Vive a filosofia do novo, 
do moderno, que descarta e condena impiedosamente
a sua própria identidade ao esquecimento.


Lacra seus porões, portas e janelas.
Joga tintas, troca objetos.
Derruba paredes com a mesma sagacidade de um algoz
que observa tudo aos pedaços,
sem culpas e com a justificativa do 'é necessário'.

Um dia o que é novo perderá a cor,
o brilho não será o mesmo,
amarrotará,
descascará superfícies,
neste processo de mudanças que ninguém escapa
e quem irá identificar,
acreditar,
perceber...

terça-feira, 14 de outubro de 2014

SERRA DO RIO DO RASTRO.

Enfim, realizei este passeio que eu tanto queria, mesmo sem uma companhia para testemunhar e dividir esta emoção. 
O principal atrativo deste passeio, é sem duvidas a beleza da serra catarinense e a sensação de periculosidade ao trafegar por uma estrada sinuosa e de curvas absolutamente fechadas. Mas valeu muito a pena a experiencia.


No Domingo pela manhã subi sozinho, sem nenhum acompanhante no carro, a Serra do Rio do Rastro, passeio que a muito tempo queria fazer e que por motivos ora alheios a minha vontade, perdi a oportunidade. Aproveitei que estava numa cidade próxima, Jaguaruna com amiga Rose e sai em torno das 10 horas , com disposição e maquina fotográfica preparada do meu lado, perfazendo 216 km em 3 horas e 40 minutos, com paradas para fotografias, almoço e uma esticada ate Bom Jardim da Serra para comprar alguns produtos coloniais. O principal atrativo deste passeio, é sem duvidas a beleza da serra catarinense e a sensação de periculosidade ao trafegar por uma estrada sinuosa e de curvas tão fechadas.



Escolhi como rota, ir de Jaguaruna, ate as proximidades de Tubarão, cruzar a BR - 101 por baixo do viaduto na direção de Gravatal, seguindo pelas cidades de Braço do Norte, São Ludgero, Orleans e Lauro Müller onde se inicia a serra. No trajeto de subida a velocidade deve ser cautelosa, em media uns 20 - 30 km/h afim de não maltratar o carro e também por medida de segurança, uma vez que na rodovia SC - 390 (nome oficial da estrada) é caracterizada por subidas íngremes e curvas tão fechadas (em cotovelo), que uma simples desatenção, tem-se o risco de avançar a pista contraria e provocar algum acidente. 




MIRANTES NATURAIS:
A serra do Rio do Rastro é sem duvidas tudo aquilo que eu esperava em termos de beleza, exuberância e a sensação de estar muito próximo de Deus e sua grandiosidade. Teve momentos, lá em cima, em que a tempo começou a ficar instável e os raios e trovões pareciam estourarem do lado do carro, causando-me uma certa insegurança.
Existe no decorrer da estrada, vários pontos, (acostamentos), onde se pode parar o veiculo e contemplar toda a sua beleza composta por morros, precipícios, mata nativa, pequenas cascatas que brotam das pedras e registra-las em fotografia.

MONUMENTO DO TROPEIRO:
Uma das atrações da Serra do Rio do Rastro é o Monumento aos Tropeiros, na curva da Cascata Iluminada, feita num único bloco de basalto, com aproximadamente quatro metros de comprimento, um metro de altura e setenta centímetros de profundidade, que obriga todos os turistas a parar e contempla-la. A obra retrata um tropeiro acompanhado de cinco mulas carregadas de bruacas (sacos de couro cru).



ORIGEM DO NOME RIO DO RASTRO:
Inclusive o nome Rio do Rastro, surgiu porque na perigosa descida pelas encostas, os bravos tropeiros do passado, deixavam os animais irem à frente para depois seguirem o rastro dos bichos, dai o nome de rio  e do caminho que seguiam, (rastro) e que atualmente deixam os turistas maravilhados.
Seguindo viagem serra acima, encontra-se também alguns estabelecimentos para tomar um café com produtos coloniais ou fazer um lanche, apreciando uma das paisagens mais belas do país. 



MIRANTE:
No topo da serra, um mirante (ponto mais elevado - 1.421 metros de altitude ), proporciona uma bela visão, do Morro da Ronda, que tem um sugestivo banco de frente ao cânion de mesmo nome, o Monte Negro (ponto mais elevado do estado do Rio Grande do Sul) e o Morro da Igreja, um dos pontos mais elevados de SC.
É nesta plataforma de observação, que famílias inteiras de quatis, se aproximam dos turistas, sem qualquer timidez para confiscar alimentos. Os bichinhos são muito espertos que qualquer desatenção, eles roubam a sua comida.


PARQUE EÓLICO:
Outra pedida para quem gosta, é visitar o Parque Eólico, localizado a uns 50 metros depois do mirante da serra do Rio do Rastro. Tem uma entrada a esquerda de quem segue para Bom Jardim da Serra, com uma placa sinalizando. Segue-se em estrada de chão até uma guarita.
Lá o seu Jorge, um dos donos da propriedade, é o manda chuvas e quem irá guia-lo pelo parque eólico e ainda ao cânion da Ronda. Paga-se R$10,00 por carro e a visita depende das condições climáticas.


ONDE ALMOÇAR:
Seguindo viagem na direção de Bom Jardim da Serra, existe alguns restaurantes, mas por minha conta e risco, parei para almoçar na Churrascaria Cascata, cujo o principal atrativo é possuir uma convidativa cascata, nos fundos do prédio, onde turista e moradores locais podem tomar banho.




O almoço na churrascaria, achei os preços aplicados, um tanto salgado, mas quem está num lugar desses, cercado de tantas belezas naturais, não deve dar espaço a o stress por tão pouco. Os 52 reais pagos por um bufê livre, grelhados, sobremesa e duas latinhas de coca cola, couberam no meu orçamento, sem o risco de me levar a falência. 
Estando lá em cima, me senti um privilegiado solitário sobre as nuvens que surgiam pelas encostas de alguns morros. Ouvi alguém dizer no restaurante que viria chuva e antes de eu chegar ate o centro da cidade de Bom Jesus da Serra, já ouvia alguns estrondos sobre a minha cabeça.


BOM JESUS DA SERRA:
Segui caminho até o centro da cidade de Bom Jardim da Serra, composta por uma igreja matriz de traços modernos, atualmente em reforma, uma prefeitura e muitas casinhas simples cujos proprietários comercializam produtos coloniais, como queijos, salames, compotas de doces e licores.
Comprei alguns produtos e por alguns minutos pensei em seguir viagem em direção a Serra do Corvo Branco, mas providencialmente um raio riscou o céu, acompanhado de seguidos estrondos, avisando-me que viria chuva forte nas próximas minutos. 



A HORA DE VOLTAR:
A estrada seguia serra acima, possivelmente exibindo mais maravilhas a serem contempladas, mas a razão falou mais alto, fazendo-me declinar da ideia e retornar pela Serra do Corvo Branco que era menos sinalizada e mais arriscada que a do Rio do Rastro em dias de chuva.
Desci a Serra do Rio do Rastro, de volta para Jaguaruna, com chuva forte batendo no para brisas do carro e com a certeza de que faltou mais coisas para conhecer. 
Devo voltar num outro dia sozinho ou acompanhado, para dar seguimento a o que ficou pra traz, neste prazeroso passeio. Sempre fica algo!..
Até a próxima viagem!

CASA DA NAÇÃO, UM PATRIMÔNIO HISTÓRICO QUE SE PERDEU NO TEMPO.


Estávamos passeando, Rose Milene e eu, pela avenida principal do Balneário do Camacho em Jaguaruna-SC, quando uma placa presa a um poste nos chamou a atenção. Nela estava escrito: Casa da Nação e então curiosos, nos perguntamos do que se tratava. Seria alguma casa africo-religiosa?., o que pra mim parecia improvável.
Seguimos a indicação da placa, que apontava para uma pequena rua sem saída e sem conseguir enxergar algo que nos chamasse a atenção, perguntamos a o primeiro morador, que saia de sua casa em direção a rua, do que se tratava e onde estava a Casa da Nação.


Muito simpático, ele nos mostrou o que era, ou pelo menos o que sobrou das ruínas da Casa da Nação, onde atualmente estava sendo construída uma casa de alvenaria cuja  as paredes estavam apoiadas sobre a grossa camada feita de pedra, terra, conhas e óleo de baleia, considerado um patrimônio histórico, e que no presente servia apenas de apoio estrutural para uma nova casa em construção. Era inacreditável!


Descobrimos, que existem muitas hipóteses referentes a origem e função da Casa da Nação, pois alguns moradores informaram que a mesma, tinha por objetivo abrigar soldados durante as batalhas e armazenar armas. Servia como uma especie de pousada em tempos de guerra, sem custos. A casa, não possuía proprietário especifico, pois era de todos, já que pertencia a nação.
Mas de que batalhas, a dos Farrapos, qual, quando?... Perguntávamos sem que obtivéssemos uma resposta pertinente.


Soubemos também, que havia algumas exigências ao se hospedar nela. Os mantimentos usado pelos soldados, eram necessários serem repostos antes de seguirem viajem, o que servia de moeda por sua utilização e abrigar novos soldados que por ali passavam.
Rose e eu lamentamos que um fato histórico desta natureza, tenha se perdido no tempo e que o objeto de sua existência, gradativamente vem sendo destruído pela falta de informação e da importância que foi no passado. Pior ainda: Sem nenhuma proteção dos órgãos governamentais, para manter viva a sua história.
Em casa, atras de respostas na Internet, o que encontrei foi informações que se divergem da que ouvimos dos moradores. Segundo o NOTISUL, um jornal catarinense, a construção nada tem haver com personalidades da revolução Farroupilha como David Canabarro, Anita e Garibaldi. Eles nem sequer viram a casa. Ela não existia. A passagem dos farrapos ocorreu em 1839 e a casa foi construída em 1857. Anita faleceu, na Itália, em 1849.
A pousada foi concluída em 1858, com o objetivo "sim", de abrigar militares e viajantes. mas "não" no período da revolução farroupilha, como é contado. 
Documentos explorados e estudados por acadêmicos, descrevem a existência de mais quatro construções idênticas, do Camacho a Torres, com o objetivo de promover o repouso de viajantes e seus cavalos, que por ali cruzavam.

A MISTERIOSA PEDRA DO FRADE.

'Quando fomos chegando perto da pedra e percebemos o seu tamanho e a sua posição num ponto isolado e na beira do mar, uma sensação mistica e de medo, foi batendo em mim. Estas coisas que se sente, mas não sabemos explicar!.'
Bendita natureza e seus mistérios.


Nesta Sexta Feira 10/10/2014 durante a tarde, eu e minha amiga Rose, decidimos conhecer a misteriosa Pedra do Frade, localizada na extremidade norte da Praia do Gi, a mais ou menos 8 quilômetros do centro de Laguna-SC. O que instiga quem visita esta misteriosa pedra é o fato dela estar sustentada sobre três pontos de uma superfície rochosa e inclinada sobre o mar, desafiando a lei da gravidade.
No alto desta pedra, outro pedaço de rocha menor, que curiosamente se equilibra sobre a primeira, faz com que as pessoas se questionem se a estrutura seria uma obra da natureza ou construída por mãos humanas.
Esse monolítico de nove metros de altura e cinco metros de diâmetro, recebeu o nome de Pedra do Frade, pela semelhança com um padre franciscano. 


Estudiosos relatam duas histórias sobre o monumento: A primeira diz que a Pedra do Frade foi colocada estrategicamente pelos índios pré-históricos que habitavam a região, há mais de 3 mil anos. A outra, mais conhecida, aponta a Pedra do Frade como o verdadeiro marco inicial do Tratado de Tordesilhas, acordo assinado entre Portugal e Espanha, em 1494.


A terceira hipótese, é que a pedra estaria ali como referência para os navegadores, já que está colocada no fim da última baía do litoral sul brasileiro, dali para a frente eles teriam que enfrentar o alto-mar.
Há ainda a tese dos espiritualistas,  que afirmam a pedra ter sido colocada naquele ponto, por seres extra-terrestres e  que quem visita o lugar e abraça a Pedra do Frade, consegue sentir uma energia fora do normal.



Na verdade todo o local que circunvizinha o monumento é de uma grande beleza e misticidade sentida não só na quantidade de pedras enormes e de diferentes formas e tamanhos, mas também no cume do morro por onde se sobe, para se ter acesso a pedra, formado por um planalto circular, de onde se vê o mar e parte da cidade, dando a sensação de que estamos num outro mundo.




O fato é que, assim como em pedras enigmáticas como Stonehenge, no Reino Unido e a Cama de Anchieta, em Itanhaém-SP, a grande atração que se cria é a inquietação acerca da sua formação.



Ainda na Praia do Gi, olhando-se na direção do mar, podemos observar uma outra formação rochosa que se assemelha muito com uma baleia nadando nas proximidades da costa.  Quando a onda bate num de seus lados, é possível vermos um efeito parecido com o suspiro de uma baleira; esta formação rochosa recebeu o nome de Pedra da Baleia. 
Até a próxima viagem!..


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