quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A MADAME ESTÁ MORTA.


Por que a vida é cheia de incógnitas, de meia verdades e necessitamos de respostas, de descobertas, de impressões digitais, de olhares, de toques, de pulsação, de atitudes, da desconstruções de hábitos que nos leve a uma resposta.
O que é mostrado aqui não é nada novo. Um clip homo-erótico juntamente com figurinos e personagens estranhas. Uma mistura de Studio 54 em Nova Iorque com Cirque du Soleil.
É arte? É sexy? É Assustador? Tendencioso? Apológico? Todos juntos?..
Criado em 2002, a banda lançou dois álbuns de estúdio. Todas as músicas são escritas por Jamie Irrepressible, que as descreve como autobiográficos. O nome The Irrepressibles é "sobre a quebra de fronteiras na música e ser honesto sobre ser gay na música."

sábado, 8 de outubro de 2016

ATRÁS DO ARCO - IRIS

De repente a vida te faz bater num portão e acreditar que um sorriso simpático e algumas atitudes que te parecem acolhedoras, é o teu destino sonhado. Seráaaaa?..... Mas daí, basta apenas poucos e ralos minutos para perceberes, que 2+2 é qualquer coisa, menos quatro e que a equação é muito mais complexa, do que se pode responder na ponta da língua.
Por vezes me parece que temos um projeto emocional pré estabelecido por nós mesmos, onde tudo se encaixa com perfeição. Um presente a nossa espera, atrás do arco-iris... Mas basta um pouco mais de atenção, para percebermos que não existe potes de ouro e que a maioria disponível, não cabe neste sonho em que a fila dobra por quarterões.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

BOULEVARD


Boulevard em francês é um termo que designa um tipo de via de trânsito, geralmente larga e é o titulo de um filme que tem no elenco: Robin Williams, Kathy Baker, Roberto Aguire e que aqui no Brasil entrou com o titulo de Avenida.
Sem a intenção de spoilers, ai vai um resuminho de incentivo:
Trabalhando há quase 26 anos em um mesmo banco, Nolan Mack (Robin Williams) e sua esposa Joy (Kathy Baker) vivem um casamento de conveniência, perfeito para que ambos não tenham que enfrentar a realidade. Mas um dia, no caminho de volta pra casa, o destino de Nolan cruza com o de um jovem problemático, Léo (Roberto Aguire). A partir desse encontro, Nolan se vê rompendo os limites de sua vida e relembrando o passado, seguindo em um caminho de auto-descoberta.
Boulevard é um filme leve e bonito, que Vale a pena ser visto.

TODA A FORMA DE AMOR



Uma cena de um filme que assisti alguns meses atras, me sensibilizou demais. O personagem idoso do filme, revela para seu filho adulto, não se preocupar com sua saúde física e mental, mesmo estando com seus dias contados:

"...Não se preocupe com a minha saúde, está tudo bem. Me sinto feliz, inteiro e nem tudo que eu e ele fizemos, poderia ser chamado de sexo. Existe coisas maiores entre duas pessoas na busca pelo prazer!..."
Às veze numa pequena frase, num rápido dialogo, ouvimos coisas que nos parece impactante, mas também podemos aprender muito e refletir sobre certos mecanismos que teremos de lidar com o passar do tempo, para que possamos garantir uma relação de afeto que seja pelo menos saudável e sem culpas. Criamos muitos atalhos nessa vida, mas sempre seguimos pro mesmo lugar!

PEGUEI EMPRESTADO.

Não, não foi um furto, tomei um susto e peguei emprestado. "As vezes acabamos por esconder as cicatrizes... Por não aguentar mais contar a mesma história. Por receio que elas entreguem os sentimentos que você pretendia deixar guardado." - Renata Z.
É bem assim, os sentimentos humanos num determinado momento se encontram na mesma periferia universal do pensamento. São parecidos, espedaçados, obscuros, luminosos, humanos...

terça-feira, 4 de outubro de 2016

LOUCOS NA MATRIX.


Assistindo a uma entrevista da Baby do Brasil num programa de TV, percebi claramente que o entrevistador, não a levava muito a sério, então fiquei pensando neste perfil de muito louca dado pra ela e que muitas pessoas espalhadas pelo mundo também tem: 
Fugir do padrão comportamental é alistar-se no grupo dos diferentes, dos anormais, dos que tiveram a pouca sorte de não ser igual a todo o mundo, onde a maioria faz a diferença pelo número e o peso da igualdade na sociedade. Neste bloco de igualdade pode haver uma minoria de opiniões diferentes, mas não deve ir além, da pequena diferença que exercita o contexto da mentira, da igualdade que assegura o caos comum.
Temos entre nós, os loucos tristes, os loucos antissociais, os sociopatas, os silenciosos e cabisbaixos e os loucos alegres que tentam buscar suas próprias respostas, afinidades emocionais e intelectuais, num modo próprio de viver à margem de regras habituais e adquirindo uma certa relevância da aceitação social. Muito desses loucos, sobrevivem em seus mundos particulares, viajando e criando poções mágicas, religiões alternativas, filosofias para continuar a viver e serem felizes. São relevantes ao meio social, por que passam a sensação de que estão alheios a o falso equilíbrio comum  da normalidade dos demais. Muito deles, sabem viver na Matrix e por isto são diferentes.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

CERTA FEITA.


Dia desses, fiquei pensando se eu transaria comigo mesmo. É, parece loucura, mas de fato eu pensei nisto muitas vezes e descobri entre momentos de avaliações pessoais e timidez, que sim, afinal não sou nenhum exemplo de beleza, mas também não sou algo completamente desprezível aos meus olhos. 
Um turbilhão de ideias e perguntas, costumam passar pela minha cabeça e cuja as respostas, nem sempre tenho, mas pensamentos tem asas que sobre-voam por todos os campos imagináveis da nossa mente permitindo-nos qualquer liberdade. 
Existe em nós, seres humanos, uma característica que eu chamaria de auto apreciação erótica e este comportamento está ligado a nossa intrínseca sexualidade e que sem muitos rodeios, é a tesão que sentimos por nós, por nosso corpo, nossas atitudes quando estamos fazendo sexo com outra pessoa, pela qual também sentimos tesão.
Existe um olhar, um pequeno flash em cada um de nós, que se acende, que busca esta intimidade, esta auto atração espontânea, sem restrições morais, escondidas sob uma complexa montanha de preconceitos mas que indiscutivelmente está presente.

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