domingo, 11 de janeiro de 2015

ESCULTURAS VIVAS.


Quem de nós já não passou diante de uma arvore ou o que restou dela, numa rua, num parque, num campo e se surpreendeu enxergando mais do que uma simples arvore, seja pelo desenho de seu tronco, de seus galhos, de suas raízes, ou de sua aparência em geral?


Algumas vão além das formas humanas ou bizarras, despertando em nós as mais variadas fantasias, outras chamam a atenção por sua beleza ou atipicidade de detalhes, ou ainda pela circunstancias que a cercam como o local onde nasceram, cresceram e se expandiram, situações que as tornam incomum  como o Banyan que se desenvolveu entre as rachaduras e o telhado do templo Ta Prohm - no Camboja. Aqui no Brasil, o maior cajueiro do mundo, no Rio Grande do Norte, cobre uma área de 750 m². e é uma das atrações turísticas locais, não e mesmo?


Elas estão por todos os lados, surpreendendo-nos com sua a presença. Lembro das manhãs em que me deslocava para o trabalho, de carro, e numa das calçadas havia o tronco de uma arvore morta, que lembrava a silhueta de uma mulher nua e de costas. Eu passava de carro e num determinado angulo e distancia, em que me encontrava, aquele tronco morto, pintado de cal, lembrava uma estatua grega, diante dos meus olhos.


As arvores, além da sua importância comprovada no ecossistema do planeta, são verdadeiras esculturas vivas, esculpidas pela natureza, dignas da nossa admiração, respeito e preservação da sua existência.

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